terça-feira, 5 de novembro de 2013
Los Campesinos! - No Blues
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Cut Copy - Free Your Mind
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
The xx e Yuck @ POPLOAD Festival 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Resenha: The Vaccines @ Grand Metrópole - São Paulo (19/05/2013)
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| Foto: Fernando Galassi |
Por Mariana Angelotti
Terminado o setlist, após de 5 minutos, o Vaccines voltou para tocar o encore, e jogaram algumas camisetas da banda para o público que estava na frente. Justin Young dizia muitos ‘’Obrigada”, sem nenhum sotaque gringo, e antes de terminar o show, o mesmo, que visivelmente estava muito satisfeito com a participação do público, disse: “Vocês são uma boa platéia, e vamos voltar aqui mais vezes.” o que deixou todos felizes, já que foi um belo show, e assim o encerraram com a não mais famosa Nørgaard.
Wreckin' Bar (Ra Ra Ra)
Ghost Town
I Always Knew
Wetsuit
Under Your Thumb
Tiger Blood
Melody Calling
All in Vain Post
Break-Up Sex
All in White
Wolf Pack
A Lack of Understanding
Aftershave Ocean
Blow It Up
Bad Mood
If You Wanna
Family Friend
Encore:
Teenage Icon
Nørgaard
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Resenha: Golden Grrrls - Golden Grrrls
sábado, 13 de abril de 2013
Resenha: The Outside Dog - Outros Caminhos - Parte I
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Resenha: The Strokes - Comedown Machine
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Resenha: The History Of Apple Pie - Out Of View
Lá atrás, no final dos anos 80 e começo dos anos 90, se formavam alguns subgêneros do Rock Alternativo. Eram eles o Shoegaze, o Twee e o Noise Rock/Noise Pop. Muitas bandas originárias desse estilo se firmaram em apenas uma dessas vertentes e assim foram responsáveis por se tornar referência no estilo que praticavam. Entretanto, é comum na cena musical que novas bandas bebam de mais de um poço e formem uma sonoridade híbrida. Foi assim que aconteceu com as novas gerações, os Nugazers, os novos shoegazers.
O álbum começa com Tug que traz um shoegaze revivido, com seus vocais mais ecoantes e as guitarras fazendo seus wall of sound com fuzz. Tal sonoridade se repete adiante em Long Way To Go. As demais faixas variam entre um Noise Pop, horas mais embalado e horas mais denso, e algumas faixas mais açucaradas caindo muito para o lado do Twee. See You e Mallory carregam fortemente no Pop - mesmo com a segunda já trazendo mais guitarras - isso se deve talvez ao fato de serem os singles da banda que anteciparam e previam Out Of View.
Nota: 
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Resenha: 4ª Edição All Folks Fest
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| Fotos: Fernando Galassi |
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| Fotos: Fernando Galassi |
O grupo iniciaria sua apresentação mise-en-scène logo na sua entrada ao descer as escadas do mezanino do teatro e tocando no meu do público. O som misturava a base das tradicionais jug bands de New Orlenas com um experimentalismo interessante, como a utilização de percussão alternativa formado por um washbord acoplado de campainha de hotel e um pequeno prato de bateria, e mais adiante um serrote sendo usado como um instrumento tocado com vara de contrabaixo.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Resenha: The Cribs
sábado, 7 de julho de 2012
Resenha: The Radio Dept. - São Paulo
domingo, 18 de março de 2012
Resenha: Show Black Cold Bottles @ Estúdio NiMBUS
Na noite dessa sexta-feira, no estúdio NiMBUS, localizado no bairro da Lapa em São Paulo, um som de qualidade ecoava pelas paredes com isolamentos acústicos do estúdio.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Resenha: Howler - Beco 203 São Paulo
Após a nevasca que os impediu de pegar o vôo de Mineápolis para São Paulo e chegar para fazer o show no dia 24, eis que chega o dia 26, data remanejada para o show. Dia de ver de perto a banda de maior hype da atualidade, e vista como a banda 2012 por mídias especializadas e de renome como a NME.
Rua Augusta, Beco 203. Pouco antes de a casa abrir, por volta das 20:15, já se formava uma fila considerável na calçada, apontando a ansiedade das pessoas.
Antes dos garotos do Howler, ainda subiu ao palco a banda paulistana Some Community que apresentou um som powerpop/noise pop que fez o público, que mesmo sem conhecer as letras, agitar-se.
Com revezamento de instrumentos pelos integrantes, e músicas bem compostas, a Some Community fez uma boa abertura para a banda principal da noite.
Logo em seguida, aos poucos os integrantes do Howler subiam ao palco para afinar instrumentos, e arrumar disposição de microfones. Nesse meio tempo, principalmente Jordan, o líder da banda, já interagia com o público que estava na frente do palco,
Com um pequeno atraso de 30min, começava o show. Tocando logo de início America, uma das melhores músicas do álbum , já agitaram o público que se não sabiam as letras sentiam, dançavam e curtiam as músicas.
Entre as músicas, os integrantes faziam piadas e se comunicavam com o público. Pediram desculpas pelo adiamento do show até citando que o motivo é que em “Mineápolis é sempre frio e com neve, ao contrário daqui que é muito quente “.
Tocaram praticamente o álbum America Give Up inteiro entre umas goladas de Jack Daniels que ficava ao fundo do palco, e que ao final foi até compartilhada com um cara da frente do palco.
Os hits Told You Once e Back Of Your Neck, as mais esperadas por todos, ficaram mais pelo final. Esta última contado com o que todos esperavam: a paradinha ao vivo! Que ao retornar agitou ainda mais a platéia.
Agradecem o público e saem do palco. Mas não era o final. Eles ainda voltariam para tocar mais uma no “encore” . Onde tocaram com “agressividade” de rock n roll com microfonia de guitarra no amplificador e “barulhos” feitos no teclado.
Jogam-se as baquetas e palhetas para o público, que pelo alvoroço para pegá-las mostra-se que gostaram bastante do show de uma banda que acima de notas dadas por revistas, teve o seu verdadeiro e mais importante termômetro nessa noite, o público.
SET LIST:
1. America
2. Beach Sluts
3. For All Concern
4. Too Much Blood
5. Wailing (Making Out)
6. This One's Different
7. Pythagorean Fearem
8. Told You Once
9. Back To The Grave
10. Back Of Your Neck
Encore
11. Black Lagoon
Resenha: Born To Die (Lana Del Rey)
Elizabeth Grant, mais conhecida como Lana Del Rey, esta nova iorquina conquistou os ouvidos – e olhos – de muitos já no ano passado, antes mesmo de lançar o seu álbum.
O motivo foi o grande número de vazamentos de faixas, cerca de quatro, que viriam a estar no álbum Born To Die. O qual por sua vez também teve vazamento e acabou caindo para downloads cerca de uma semana antes da data oficial do lançamento.
Esse “BOOM Lana Del Rey” foi imenso. Várias capas de revistas sejam elas de música ou de celebridades; participações em programas de TV seja para cantar ou para entrevistas, etc.
A principal característica de Lana Del Rey pode ser entendida como seu vocal aveludado e blasé, que nos remete a grandes cantoras norte-americanas dos anos 60.
Rotular o estilo de Lana é algo não muito fácil. Ela passa por soul, pop, blues, e até mesmo tendências de hip hop como pode ser percebido em faixas como Diet Moutain Dew. Muito rotulam seu som como indie pop. Bom, não vejo como sendo o mais adequado, mas também não vejo de tão mal.
Born To Die é um disco relativamente longo, com 15 faixas. Onde todas beiram ou superam os 4 minutos de duração, dando assim ao álbum 60 minutos. O que pode torná-lo um pouco cansativo para quem não gostar realmente do estilo.
Análise de faixas
· Off The Races: Uma das melhores do álbum. Apresenta bem a mistura entre o hip hop e o blues presente na voz de Lana. Destaque para o refrão que apresena uma ótima batida e alguns agudos de Lana, que não são muito comuns de se ouvir.
· Video Games: Primeira música lançada de Lana. E primeira a ganhar vídeo clipe. O que ajudou e muito a inicar o boom, ao associar para o público a bela voz e a bela cantora. Uma das músicas em que se percebe melhor todo o potencial vocal de Lana, horas com mais força horas mais suave. Uma das melhores do álbum
· Diet Moutain Dew: Uma das que mais paresenta a batida de hip hop. Bateria marcante e back vocals típicos do estilo. Aqui Lana apresenta um vocal menos encorpado e mais ritimado. O mesmo é percebido em National Anthem, mas daí com um vocal vezes realmente no ritmo do hip hop.
· Million Dollar Man: Bem sinestésica. Consegue-se associar muito bem o nome da música, com o som e cria-se perfeitamente um cenário na cabeça do ouvinte. Million Dollar Man traz bem um ar de requinte e sofisticação trazidos pela voz de Lana nessa faixa. Voz típica de cantoras de blues das mais provocantes.
· Lolita: Música mais “dançante” e pop do álbum. Apresenta um ritmo mais rápido, e com batidas eletrônicas juntamente com as batidas já presentes no álbum. Com refrão soletrado (L-O-L-I-T-A) nem chega a parecer Lana Del Rey.
· Lucky Ones: Fecha muito bem o álbum tendo um quarteto de cordas acompanhando a voz de Lana, que traz um ar mais sublime a música.
O hype foi crescendo, e o álbum Born To Die está até a data de hoje em primeiro lugar em 11 países!
O álbum é realmente um bom álbum, mas não podemos ignorar que muito desse seu destaque e vendagem é devido a esse hype gerado, ainda mais ao se tratar de um artista que é também fisicamente atraente. E isso vende e muito no mercado – não há como negar. Mas claro que a grande parte do mérito é a incrível capacidade vocal de Lana, que consegue cantar de diversas maneiras, tons, e estilos diferentes. Mostrando-se uma boa “instrumentista” da voz.
No geral, as músicas se assemelham muito, mas não deixam de ser boas.
Nota: 7/10
Resenha: Arctic Monkeys: Live à L'Olympia
Arctic Monkeys: live à L’Olympia
Direto de Paris, e via livestream, os fãs da banda puderam acompanhar o show de número 100 da turnê do novo álbum dos britânicos, o Suck It And See.
Com abertura de Miles Kane, e participações do mesmo em duas músicas no show (Little Illusion Machine e 505), os Monkeys tocaram 20 músicas. Sendo estas 6 do álbum da turnê, 6 do Favourite Worst Nightmare, 4 do Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, 2 do Humbug, e 2 B-sides (Little Illusion Machine, e You & I – esta com a participação de Richard Hawley).
Eu diria que houve três fatos curiosos.
Primeiro, e apenas estético: a transmissão em preto e branco, dando um ar retrô (condizente com o estilo, recém adotado de cabelo e vestuário, de Turner).
Segundo: a presença de duas B-sides no show. Algo não muito comum em shows, mas que vejo como algo relevante e interessante. Pois, faz com que mais pessoas conheçam essas músicas, que são tão boas quanto as “A-side”, e corram atrás para conhecer esse material.
E terceiro: o grande número de músicas do segundo álbum , o Favourite Worst Nightmare, tocaas no show. Se equivalendo ao número de tocadas do Suck It And See, o álbum da tour.
O show foi bem ao estilo Arctic Monkeys. Com poucas pausas durante as músicas, e algumas interações com o público. Nada muito exagerado, pirotécnico, corridas pelos palcos, “cantem comigo”, etc (apenas alguns trocadilhos e piada do Alex hahaha). Direto, simples, e ótimo!
SET LIST
1. Don't Sit Down Cause I've Moved Your Chair
2. Teddy Picker
3. Crying Lightning
4. The Hellcat Spangled Shalalala
5. Black Treacle
6. Brianstorm
7. The View From The Afternoon
8. I Bet You Look Good On The Dance Floor
9. Library Pictures
10. Brick by Brick
11. This House is a Circus
12. Still Take You Home
13. Little Illusion Machine
14. Pretty Visitors
15. Suck It And See
16. Do Me a Favor
17. When The Sun Goes Down
18. You & I
19. Fluorescent Adolescent
20. 505
PS: Daí muitos se perguntam se podemos tirar esse show como base para o Lollapalooza Brasil. Bom, são shows diferentes. Pois o Lolla é um festival.
Provavelmente teremos algo mais equilibrado entre os álbuns (com exceção do Humbug que não vem sido muito tocado nos shows). E claro, menos músicas, já que 20 são muitas para um festival. Como podemos tomar como base o Lolla 2011, onde os Arctic Monkeys tocaram 14 músicas “apenas”.
Resenha: America Give Up
De Minneapolis, EUA, para o mundo(frase clichê detectada)
Frase clichê, mas que tem tudo para ser verdade. O quinteto que surgiu em 2010, já teve fortes atenções em 2011 ao lançarem dois singles: I Told You Once, e Back of Your Neck.
Muitos os apontavam como uma promessa para 2012, entre elas a famigerada NME.
Com o lançamento do LP America Give Up no início da segunda quinzena de Janeiro deste ano, foi realmente percebido o potencial desses garotos.
A expectativa gerada para o lançamento do álbum foi correspondida com ótimas faixas. Com um estilo principal de surf rock, indie rock e garage, assemelham-se muitas vezes ao The Drums.
Outros estilos são percebidos ao rolar das faixas, como influências de post punk e new wave, de bandas como o A Flock of Seagulls (responsável pelo single I Ran [So Far Away] tão famoso nos anos 80) e do britpop/rock de bandas como The Enemy e The Kooks, percebidas nas faixas Beach Sluts e Back of Your Neck.
Análise de faixas:
Beach Sluts: Abrindo o álbum com o uma música que é a cara da banda. Surf rock que cresce num garage rock.
America: A com mais cara de post punk/new wave. Vocais mais encorpados e guitarras fazendo um certo “wall of sound” durante os versos.
Wailling (Making Out) : Com bom riffs e gritos à la Julian Casablancas pro final da faixa, é mais uma de destaque do álbum.
Pythagorean Fearem: Mais uma faixa onde os destaques sãos riffs. Desta vez muito bem “fritados” em partes da faixa.
Told You Once: Single que os fez ganhar atenção no cenário. Com um refrão fácil de se cantar, logo logo vai tomar conta das pistas e da boca da galera. Solo bem surf rock.
Back Of Your Neck: Outro single de 2011. Uma das melhores do álbum! Com um som meio britpop/rock lembrando The Kooks e The Enemy, é uma música mais “bonitinha” principalmente pelos backing vocals. Detalhe pro sensacional break (presente só na versão de estúdio) no final da faixa.
Com tour nacional (EUA), e internacional, passando por Japão, Reino Unido, França, Bélgica, Canadá e *DOIS SHOWS NO BRASIL, realmente o Howler chegou chegando. Olho neles!
*Os show no Brasil serão em São Paulo dia 24/02 no Beco 203 e dia 25/02 no Porão do Beco em Porto Alegre.
Ingressos para São Paulo à R$70 : Comprar
Lote promocional para São Paulo à R$50 (+ 10% de tx. de conveniência): Comprar
Ingressos para Porto Alegre à R$30 : Comprar
Ouça abaixo o álbum na íntegra via stream









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